domingo, 10 de julho de 2011
3 em 1
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Avaliar: O que é? Como se faz?
Observando a figura podemos ter vários tipos de interpretação, como ficou claro nas postagens abaixo, alguma podem ser positivas, outras negativa, mas todas elas são fazem sentido em nosso dias se levarmos em consideração novas posturas, que não sala de aula devem ser atualizadas, principalmente a de que os sujeitos envolvidos no processo encsino-aprendiazagem, a saber professor e aluno, são parceiros, e como tais são contribuintes um do outro, claro que por razões óbvias, os professores são parceiros mais experiêntes que nesse caso tem a função de mediar, servir de elo indicador entre as possibilidades de aprendizagem e os alunos.
Retorno agora á postagem do samuel, quando o mesmo professor questionou a idéia de se avaliar competências, talvez não posaamos considerar esse tipo de avaliação se cremos que a competência avaliada é a do pareceiro menos experiente, não somos aprendizes mutuamente, não nos avaliamos mutuamente, então não avaliariamos e ajudaríamos a desenvolver nossas competências mutuamente? Talvez Samuel a frase "Ele(a) sabe", possa fazer algum sentido se vier acompanhada de um grande e profundo interesse por despertar de conehcimento e abertura para despertar de seu próprio conhecimento por parte do outro.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Comparando a figura com práticas avaliativas, e considerando o caráter formativo da avaliação, eu diria que temos um professor verificando, observando atentamente o cérebro do aluno, para uma possível análise do resultado de sua ação pedagógica. A ferramenta na mão dele pressupõe a utilização de técnicas, instrumentos e procedimentos que são utilizados na avaliação da aprendizagem, e que ele teria na mão uma “ferramenta” necessária para, após a análise de seus resultados e dos resultados dos alunos, intervir em sua prática pedagógica, visando melhorar a aprendizagem do aluno. Ressalto que minha análise só faz sentido se o processo de avaliação buscar benefícios para os sujeitos que dela participam (alunos e professores) permitindo, consequentemente, uma melhor organização do trabalho pedagógico, já que “Avaliação é aprendizagem; enquanto se avalia se aprende” (VILLAS BOAS,2009).
Avaliação

domingo, 19 de junho de 2011
Figura errada!
Já, se pensamos em algo como formação, aí sim, podemos pensar que a figura se ajuste. E não seria estranho pensar no Vigiar e Punir foucaultiano para esta gravura: seja na instituição penitenciária, escolar, religiosa, etc.
Ou seja, ser induzido a fazer o que nos impõem sob a "desculpa" de ser reinserido à sociedade, estar preparado para assumir uma posição na vida, ou agir conforme os ensinamentos de uma divindade que nos protege de alguma forma, respectivamente.
Não acredito que estejamos a falar de educação nesses casos. E em nada, essa figura deve representar aquilo que motiva nossas ações em educação, seja ela EaD ou presencial.
O MEU OLHAR É NÍTIDO COMO UM GIRASSOL...
Eu não tenho filosofia; tenho sentidos…
Amar é a eterna inocência,
PENSAR CRÍTICO
Para Freire, o diálogo somente acontece quando todos os sujeitos envolvidos são capazes de fazer do ambiente onde estão inseridos, um lugar de exercício do pensar verdadeiro, o qual ele chama de pensar crítico que se modifica diariamente, permitindo-o que. Pensar criticamente estabelece-se no compreender que estamos inseridos num VIR-A -SER constante. É olhar o mundo com a sensibilidade de que todos somos parte desse mudança dinâmica.
ESPERANÇA
FÉ NOS HOMENS
HUMILDADE
A humildade aparece no pensamento freireano como a capacidade de se colocar como quem sente um profundo respeito por aquilo que o outro é capaz de ralisar. Ouvir o outro e respeitar o que ele tem a dizer é uma forma de garantir que todos aprendam juntos e mutuamente. Aprende-se então com a humildade que as diferenças são saudáveis e que é através delas que os sujeitos são capazes de desenvolver coletivamente.
Pilares Freireanos para uma educação dialógica
Papeando...

SETTING GROUNDRULES

Hi everyone!
Penso que uma das coisas mais importantes para o bom andamento do chat é que sejam estabelecidas as regras de participação logo na aula presencial. Material ou tema que será discutido, critérios de avaliação, comportamento durante o chat, horários e grupos que irão participar (caso a turma seja numerosa). Pois penso que muitas vezes algumas atividades não funcionam bem por falta de instruções claras.
Outro ponto importante é deixar que os alunos 'brilhem' durante o chat. Acho importantíssima a presença do tutor, sua participação, mas muito mais eficiente seria um chat onde os alunos discutissem suas idéias e o tutor não fosse aquele quem tem todas as respostas. Criando inclusive um ambiente de liberdade, onde os alunos se sentissem confortáveis para expressar sua opinião sem medo de serem repreendidos por não
ter a resposta certa. Não um ambiente de desordem, onde ninguém ou todos tem razão, mas onde, com 'jeitinho', o tutor vai conduzindo os alunos ao aprendizado, questionando-os, levando-os ao pensamento crítico.
Breves reflexões sobre os pressupostos de Freire.

AMOR
Na tarefa do professor de uma maneira geral, penso que o amor é a força que nos leva a sair de nós, da nossa comodidade, do nosso conforto, para buscar o que é melhor para o(s) aluno(s). Sem amor, não há compromisso, e sem compromisso não há ação. Já discutimos aqui as inúmeras dificuldades que enfrentamos na nossa profissão. Então como permanecer motivados diante de todas elas? Amando, apenas. Amando a educação, amando a perspectiva de contribuir para a construção de um mundo melhor.
FÉ NOS HOMENS
Intrinsecamente ligada ao AMOR, a fé é o que nos faz dar passos, porque sem perspectiva, sem a esperança de que podemos fazer a diferença, cada atitude se esvazia de sentido. Precisamos acreditar que o ensino a distância tem futuro, que os alunos podem sim aprender uma língua estrangeira, que eles podem aprender a ser mais independentes. Senão, o que estamos fazendo aqui?
HUMILDADE
Agora, às vezes podemos colocar nossas esperanças, compromisso e amor em algo, e não dar certo. Aí é onde entra a humildade de perceber, reconhecer nossos erros. Depois? Pedir ajuda, dialogar com colegas e alunos, buscar soluções, mas não isolamento.
PENSAR CRÍTICO
Acho que esse é um grande desafio. Mudar a mentalidade de ‘resposta certa’, alunos que esperam ansiosamente que anotemos tudo no quadro, eles anotam e se preparam para o teste, onde precisarão apenas reproduzir o que anotaram. Fazer pensar é extremamente difícil, mas é esse o nosso alvo. Mas como alcançar isso? Sempre tento dialogar com os alunos na aula inicial sobre o que é o ensino a distância, o que é exigido deles, o que implica aprender uma língua estrangeira. Fazê-los perceber que precisam se comprometer, gastar tempo e esforço nisso, penso que já é um começo.
Abraços!
Sobre a figura...
Participando de chat sem ficar chateado!
De certa forma, o chat e o fórum se assemelham no sentido de formar um ambiente de trocas de informação entre os participantes, a diferença é que o chat é sínccrono, e o fórum, assíncrono. Em outras palavras, não há como participar efetivamente destes ambientes sem "carregar uma bagagem". A definição de que bagagem principal o aluno fará uso é o tutor.
Como podemos perceber, ser tutor não é tão fácil quanto parece. Fica a cargo desse profissional estabelecer que ponto-base será discutido. Tal ponto deverá ser, no mínimo, interessante no sentido de possibilitar a discussão de um assunto por diferentes vieses, dando abertura para o compartilhmento de diferentes tipos de experiências entre os alunos. Por outro lado, sabe como é...assunto interessante, que puxa um comentário...que puxa outro e outro...e se nessa hora o tutor não der uma freada, ou melhor uma laçada para o ponto-base, o chat já terá se transformado num caos.
Para evitar tal caos, fica também a cargo do tutor, dar as cartas, ou seja, estabelecer as regras do jogo antes que a partida comece. Então, quantas intervenções serão feitas por cada aluno, o tipo de linguagem a ser usada, a pertinência das intervenções etc., quem estabelece é o tutor, até mesmo pelo fato de que esses estabelecimentos prévios vão servir de base para a avaliação de participação no chat.
Fazer o aluno consciente de todo esse processo fará com que o chat tenha um objetivo mais claro para o aluno e consequentemente, ele o tornará mais rico e também vai aprender no ambiente. No caso de isso não acontecer, sobra de novo para o tutor dar uma mãozinha, ou melhor, um empurrãozinho para extrair o máximo do aluno durante o chat, lógico, tendo em mente as questões afetivas.
Bem, da forma como falei, parece que vai sobrar tudo para o tutor. Gostaria de defender que, sendo organizado, o trabalho vai ficar dividido entre tutor e aluno, 50/50, como? O tutor estabelece o assunto e as regras, o aluno estuda e interage. Assim parece muito fácil e sei que não é, mas também não precisa ser um fardo. Chat bem organizado não deixa ninguém chateado!
Sobre o bate-papo: planejamento, interação e retomada
Para o planejamento de um bate-papo, é fundamental compartilhar com os alunos a dinâmica que será utilizada, dependendo dos objetivos que se pretende alcançar. Objetividade e transparência devem compor um pequeno "regulamento", para que todos os participantes possam tirar o melhor proveito desse momento de interação.
Durante a sessão de bate-papo, o tutor deverá apresentar um direcionamento nos tópicos que se pretende discutir. Da mesma forma que seleciona esses tópicos, em virtude de sua maior experiência, deve possibilitar abertura para possíveis inquietações dos alunos que não estejam necessariamente relacionadas ao temas previamente selecionados.
A retomada à interação realizada durante o bate-papo, através de texto impresso, pode constituir um momento de reflexão, conscientização e aprendizagem, sobretudo quando os conteúdos trabalhados são em língua estrangeira, oportunizando a discussão sobre a forma/função das expressões selecionadas.
Para o planejamento do bate-papo, o tutor deve fazer uma predição das perguntas e dúvidas dos alunos. Assim, ele poderá organizar o bate-papo em cima do conhecimento dos alunos e do conteúdo que ele achar que precisa de atenção.
Para estimular a interação entre os integrantes, basta permitir certas conversas paralelas de vez em quando, que são fundamentais para os alunos se sentirem confiantes. Outro artifício muito útil para estimular essa interação é uma pergunta direta a algum aluno que esteja de certo modo "calado". Pedir para esse aluno comentar a mensagem de um determinado colega ou para responder a pergunta de um colega antes do tutor responder. Isso cria um clima seguro para interação entre alunos.
Geralmente, é mais efetivo demonstrar a importância do bate-papo após um primeiro bate-papo com a turma. Através de mensagens ou nos próximos encontros presenciais, o tutor pode comentar opiniões de alunos do bate-papo ou conteúdos mencionados ou esclarecidos apenas no bate-papo. Fazer do bate-papo uma extensão da aula é um estímulo à presença e participação dos alunos.
Um bom clima entre alunos e tutor também é essencial, como foi nosso primeiro chat com a Isathai, mas para isso não tenho dicas, infelizmente.
Freire e Morin
Vimos alguns exemplos de "chat", onde essa troca parecia não existir. É uma forma de, quiçá, cristalizar o momento de uma aula presencial, onde o professor centra toda a atenção em si, ou, sob a falsa intenção de que a atenção está no conteúdo "transmitido" - o que leva de novo o centro de atenção a si próprio. Se um tutor apresenta esta FALTA DE dinâmica num chat, provavelmente esta é a crença que o direciona na educação presencial, também. Pois aqui, voltamos à discussão dos pilares filosóficos e epistemológicos já discutidos na primeira etapa do curso de tutoria da UFC Virtual.
Urgente, então, é a necessidade de nos tornarmos mais humanizados (e não apenas hominizados), cientes de nossas falhas - bem como na capacidade de aperfeiçoamento constante - e certos de que apenas no diálogo, pode-se (re-)construir "verdades", que talvez venham a ser melhores para a humanidade do que estas que tendemos a reproduzir.
Prof. Lins
(Peço perdão pela ausência nesta aula, mas estou com uma Oficina de Prática Oral em Meruoca, onde o deslocamento não é algo fácil, além de ter tido alguns contratempos com compra de passagem e deslocamento nas últimas duas semanas por problemas com a Sra. Marylane - que todos devem conhecer!!!).
